terça-feira, 23 de junho de 2015

Léna, old sis,

Léna,  old sis,

mana sempre mais velha, sempre a abrir caminho.

abro com muito gosto este capítulo de mensagens de quem não te conhece há já (quase) quarenta anos, mas são trinta e seis de certeza.
sei que felizmente tens já quarenta anos de amores e amizades que te fazem ser quem és e espero que este blogue te traga muitos sorrisos e lembranças bonitas de quem fez e continua a fazer parte da tua vida, e das vidas por onde entretanto entraste e te cruzaste nelas, e coisas bonitas aconteceram.

obrigada por estares sempre por perto, e espero que este blogue vá actualizando os títulos e as datas pelos "entas" fora.

voltarei aqui para partilhar mais e muito contigo e com tantos outros AMIGOS que sei que virão.

beijo. té logo.

kat. young sis.



Um comentário:

  1. ...e "eis senão quando" a kat desafia quem te conhece para te deixar um pequeno mimo.

    Difícil e traiçoeira ratoeira esta, Kat, em especial para quem tanta falta de jeito tem para a escrita. Mas calar é impensável, fazer de conta, inaceitável e assobiar para o lado não é opção. Resta pois seguir conselhos velhos, deixados a outros propósitos por quem nem sequer tinha moral: “toca a sair da zona de conforto”.
    Mas afinal que mensagem se pode deixar a quem entra nos quarenta? Falar daquela palavra tão portuguesa e mostrar a saudade de quando eu também os tinha? Não! Seria mensagem ego-centrada. Lembrar-te o que sempre me disseste: que nem mesmo depois dos quarenta devemos deixar morrer os meninos(as) de 5 anos que temos dentro de nós? Devolver algo é um pouco de menos para quem merece tanto...
    Mesmo distante, inspiras. Porque quem te conhece sabe que diariamente abres novos caminhos, “golpe a golpe, verso a verso”, mas acima de tudo com todo o trabalho que, parecendo sobre-humano e impossível, nunca por ti é regateado. Por isso, mesmo quando a vida parece testar-nos com o único receio dos conterrâneos de Asterix (com o céu a cair-nos em cima), lembramo-nos que é, afinal, “só um joelho esfolado” e “ninguém viu”. Nada que mais ”um golpe e um verso” não resolvam. Nunca estás ausente, há sempre uma frase que disseste, um livro que citaste, um laço que ataste para cada momento.
    Hoje, dia 4 de Julho, estarei a sair da Irlanda. Do país que crê que o trevo de 3 folhas dá sorte. Mas sorte mesmo foi ter-te conhecido!
    Feliz 40, e que continues a riscar por muitas décadas, desde cadernos de notas até toalhas de restaurante, com teus desenhos de arquitecta.
    Francisco

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